Em 84% dos trechos com curvas perigosas em rodovias brasileiras têm falhas que comprometem a segurança dos motoristas. Em 42% desses pontos não há placas legíveis nem defensas completas, proteção lateral para evitar saídas de pista. Outros 33% dos trechos têm somente as placas, mas sem a proteção lateral. Em 8,8% dos trechos há defensas completas, mas não há placas legíveis.
Os dados são da Pesquisa CNT de Rodovias 2015, que analisou mais de 100 mil quilômetros de vias em todo o país. Em 35 mil quilômetros, foram identificadas curvas perigosas.
Segundo o diretor-executivo da entidade, Bruno Batista, os índices preocupam. “Isso mostra que nossos projetos viários são antigos. Lembrando que o número de veículos cresceu muito no Brasil. Sem a informação de que existe a curva perigosa e sem a proteção, no caso de o veículo não conseguir completar o trajeto, acaba contribuindo para o elevado número de acidentes no nosso país”, diz ele.
Conforme a Pesquisa CNT, os acidentes em curvas perigosas normalmente são associados a velocidades superiores às permitidas pelas condições geométricas, pelo estado de conservação do pavimento, pelas baixas condições de visibilidade, pela sinalização deficiente ou pela ausência da proteção contínua.
Para acessar a íntegra da Pesquisa CNT de Rodovias, acesse: http://pesquisarodovias.cnt.org.br/
Fonte: Agência CNT de Notícias
da brasileira e estrangeira é fundamental”, diz o presidente da CNT, Clésio Andrade.
O documento foi encaminhado aos presidentes da Câmara, Eduardo Cunha, e do Senado, Renan Calheiros, e aos seguintes ministros: Nelson Barbosa, da Fazenda; Jaques Wagner, da Casa Civil; Antonio Carlos Rodrigues, dos Transportes; Valdir Simão, do Planejamento, Orçamento e Gestão; Guilherme Ramalho, da SAC (Secretaria de Aviação Civil); Hélder Barbalho, da SEP (Secretaria de Portos); ao chefe do gabinete pessoal da presidente, Álvaro Henrique Baggio; ao diretor-presidente da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), Marcelo Guaranys; ao diretor-geral da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) Jorge Bastos e ao diretor-geral da Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), Mario Povia.
Fonte: Agência CNT de Notícias
