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82% das empresas de transporte monitoram indicadores ambientais

82% das empresas de transporte monitoram indicadores ambientais

O desenvolvimento de uma política ambiental é uma estratégia de diferenciação que pode agregar valor aos serviços prestados na área de transporte rodoviário de cargas. A Sondagem CNT de Eficiência Energética do Transporte Rodoviário de Cargas, da Confederação Nacional do Transporte, apontou que 82,5% das empresas entrevistadas no estudo monitoram algum tipo de indicador de desempenho que pode estar relacionado à gestão ambiental.
 
O mais comum é do consumo de combustível, presente em 95,9% das empresas. A principal estratégia é trabalhar com metas de redução. Nesse sentido, o treinamento de motoristas é fundamental, porque quando o veículo é conduzido de forma correta, diminui a necessidade de geração de energia por meio da queima do diesel. Em alguns casos, as transportadoras obtiveram redução de até 12% nos gastos com combustível depois da implementação da condução econômica pelos motoristas. Das empresas ouvidas na Sondagem, 91,1% treinam os profissionais com foco nesse tema, sendo que em 78,2% isso ocorre pelo menos uma vez por ano.
 
O controle do uso de água também é considerado importante no setor. Ações que reduzam o gasto com recursos hídricos são implementadas em 66% das empresas ouvidas pela CNT. A Sondagem mostrou, também, que 44,5% reaproveitam recursos hídricos ou sólidos.
 
Despoluir
 
A CNT e o Sest Senat desenvolvem um trabalho intenso junto aos transportadores e aos outros trabalhadores do setor de transporte para incentivar medidas sustentáveis. Por meio do Despoluir – Programa Ambiental do Transporte oferecem aos autônomos e às empresas serviços de avaliação ambiental da frota a diesel, com aferição dos veículos para o controle da emissão de fumaça preta. Desde 2007, já foram executadas mais de 1,6 milhão de aferições.
 
Fonte: Agência CNT de Notícias

que pode ser creditado à crise na economia, segundo a CNT. De 2012 para 2014, o número de voos realizados no transporte doméstico passou de 990,8 mil para 942, uma queda de 4,9%.

 
Fonte: Agência Brasil

    

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