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CNT defende uso estratégico da inteligência no transporte

CNT defende uso estratégico da inteligência no transporte

A CNT participou do 53º Encontro Nacional de Economia, promovido pela Anpec (Associação Nacional de Centros de Pós-Graduação em Economia), com contribuições voltadas aos impactos da IA (inteligência artificial) nos negócios, na produtividade e no mercado de trabalho do setor de transporte e logística. O evento foi realizado entre os dias 16 e 19 de dezembro, no Insper, em São Paulo (SP).

No painel especial promovido pela Confederação, foram debatidas diferentes perspectivas setoriais – transporte rodoviário de passageiros e de cargas, apoio e fomento ao empreendedorismo e agronegócio – sobre o uso da IA.

A gerente executiva de Economia da CNT, Fernanda Schwantes, moderou o painel e destacou que essas tecnologias estão transformando a dinâmica das empresas e exigem análises qualificadas para orientar as decisões de empresários e formuladores de políticas públicas. Segundo ela, “a inteligência artificial está impactando a forma como as empresas produzem, contratam e tomam decisões, o que reforça a importância do diálogo entre os segmentos de transporte e com outros setores da economia para compreender esses efeitos e compartilhar experiências”.

Fernanda Schwantes ressaltou ainda que a CNT atua, de forma contínua, na produção de dados, estudos e análises econômicas para apoiar a gestão dos negócios e subsidiar políticas públicas. Segundo ela, “esse intercâmbio da CNT com economistas de diversas áreas de atuação e de pesquisa em economia, inclusive estrangeiros, é fundamental para aprimorar nossas análises, ao mesmo tempo em que podemos compartilhar os desafios e as oportunidades no setor de transporte e logística”.

A CNT também participou da sessão temática sobre estruturas de mercado, competição e bem-estar, com a presença da economista Ana Luísa Normando. Na ocasião, ela apresentou artigo elaborado pela Gerência de Economia da Confederação, que analisa os determinantes do preço do querosene de aviação no Brasil, e debateu um estudo sobre os efeitos da privatização de refinarias da Petrobras, que pode ter gerado monopólios locais no Amazonas e na Bahia, e perda de bem-estar para a população.

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