De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, entre os dias 8 e 10 de julho, cerca de 3 mil condutores foram flagrados dirigindo sem obedecer a lei federal, que entrou em vigor na última sexta-feira (8/7)
No primeiro fim de semana em que o uso do farol baixo em rodovias foi obrigatório durante o dia, as multas relacionadas a essa infração renderam R$ 255.390 aos cofres públicos.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), entre os dias 8 e 10/7, cerca de 3 mil condutores foram flagrados em todo o país dirigindo sem obedecer a lei federal, que entrou em vigor na última sexta-feira (8/7).
Quem for flagrado trafegando em rodovias com o farol baixo desligado será autuado por infração média e receberá multa de R$ 85,13, mais quatro pontos na carteira. A fiscalização é feita tanto por agentes da PRF e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), quanto por câmeras de fiscalização espalhadas pelas vias.
Vale lembrar que a luz de posição e os faróis de milha e neblina não substituem o farol baixo. Também que, no DF, quase todas as pistas são rodovias, incluindo algumas que cortam o Plano Piloto, como a L4 (DF-004) e os eixões Sul e Norte (DF-002).
Fonte: Correio Braziliense
os e Aeroportos, Maurício Quintella, já indicou que são mínimas as possibilidades de isso ocorrer e que o leilão do trecho deve ficar mesmo para 2017. Já a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) nem sequer chegou a entrar no pacote de privatizações anunciado pelo Palácio do Planalto.
Iniciadas há praticamente dez anos, as ferrovias federais já passaram por duas edições do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), duas edições do Programa de Integração em Logística (PIL) e, agora, sob comando do governo de Michel Temer, são inseridas no “Programa Crescer”. Uma década depois, não se sabe ainda em que condições serão concedidas, ou mesmo quando terão parte de seus trechos concluída.
Ainda assim, não faltam interessados. Recentemente, a estatal russa RZD, uma das maiores companhias ferroviárias do mundo, percorreu o trecho pronto da Norte-Sul, entre Palmas (TO) e Anápolis (GO), para analisar as condições da ferrovia e seu potencial. Chineses também conversaram com o Ministério dos Transportes sobre a possibilidade de assumir a Fiol.
Fonte: O Estado de São Paulo
