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Governo federal autoriza início de estudos para concessão de três rodovias de Santa Catarina

Governo federal autoriza início de estudos para concessão de três rodovias de Santa Catarina

A partir desta quarta-feira, está autorizado o início dos estudos para concessão de três rodovias federais de Santa Catarina à iniciativa privada. Empresas e consórcios vão iniciar os levantamentos das BRs 101, 470 e 280 para que sejam dadas as diretrizes que a concessionária vencedora da licitação deverá cumprir assim que assumir a gestão dos trechos.
 
Na BR-101, o edital prevê os estudos no trecho Sul da rodovia. O levantamento prevê a concessão no espaço que vai da ponte da Rio Madre, no limite entre Paulo Lopes e Palhoça, até a divisa de Santa Catarina com o Rio Grande do Sul. Ao todo, 36 empresas e consórcios vão participar da análise da estrada.
 
Enquanto isso, no trecho da BR-470, a concessão vai de Navegantes à divisão de Santa Catarina com o Rio Grande do Sul, em Campos Novos, e a análise será feita por28 empresas e consórcios. A região entre os entroncamentos das BRs 282 e 153, também na BR-470, também está dentro dos estudos para concessão.
 
O terceiro trecho que teve os levantamentos autorizados é da BR-280, entre o Porto de São Francisco do Sul e a divisa entre Santa Catarina e Paraná, em Porto União. Vão participar dos estudos 29 empresas e consórcios.
 
O prazo para o final dos levantamentos, segundo o Ministério dos Transportes, é seis meses. Depois disso, o governo federal fará audiências públicas e lançará o edital para as empresas interessadas nas concessões.
 
Concessão no Oeste na fase de audiências
 
O concessão dos trechos da BR-153 e BR-282 entre o Oeste e Meio-Oeste deve ser iniciada em abril de 2016. O anúncio foi feito pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) na semana passada em audiência pública realizada em Chapecó. A previsão do início da cobrança do pedágio, contudo, é somente para o segundo semestre de 2017, após a duplicação de 10% das rodovias.
 
O processo de concessão das rodovias do Oeste está em fase de audiências públicas.
 
Fonte: Diário Catarinense

e mostra de excelente viabilidade. “Para se ter uma ideia da economicidade do serviço, no ano de 2009, o custo por quilômetro estudado era de R$ 151, ao passo que em 2013, quatro anos depois e um ano após início efetivo da operação, o valor caiu para R$ 76”, compara. Adailton lembra que eram necessários 18 meses de medições para a cobertura de toda a malha federal a um custo de R$ 12 milhões ao país. Este valor foi reduzido para um terço (R$ 4 milhões) e o prazo para conclusão foi limitado a 8 meses com as novas tecnologias do VDR, que foi ganhador do primeiro lugar no Concurso de Inovação da ENAP 2014/2015.

 

Fonte: Agência CNT de Notícias 

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