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SESTESC debaterá elevação do custo do frete com associados

SESTESC debaterá elevação do custo do frete com associados

O SETCESC realizará uma reunião com representantes das empresas do transporte rodoviário de carga, associadas ao sindicato, para debater a elevação dos custos e a defasagem de fretes, conforme indicou estudo patrocinado pelo Departamento de Custos Operacionais, Estudos Técnicos e Econômicos da NTC&LOGÍSTICA. O encontro será no dia 27 de fevereiro, quinta-feira próxima, com início programado para 9 da manhã, na sede da entidade, em Blumenau.
 
Também estarão na pauta, outros dois temas: a aplicação da taxa de restrição ao trânsito e o Progeren (BNDES). Por fim, espaço para assuntos gerais. Osmar Ricardo Labes, presidente do SETCESC, assinala ser fundamental a presença dos empresários do TRC, vinculados a base cadastral do Sindicato, em razão da relevância dos assuntos e o futuro do setor no Estado.
 
As vagas são limitadas e precisam ser confirmadas por intermédio do telefone: (47) 3322-7796, ou pelos e–mails: [email protected] ou [email protected], com Sandra.
 
Defasagem exige reajuste de 14,06%
 
O DECOPE – Departamento de Custos Operacionais, Estudos Técnicos e Econômicos da NTC&LOGÍSTICA sugere a recomposição das tarifas das empresas de transporte de carga em pelo menos 14,06%.
 
O percentual foi apurado após realização de pesquisa que apontou um aumento acumulado de 7,85% nos custos operacionais de transporte rodoviário de cargas fracionadas, o INCTF, ao longo de 2013.
 
O principal vilão na estrutura de custos das empresas de transporte foi o óleo diesel. Ele teve um aumento no preço de 17,27% ao longo do ano passado.
 
O setor ainda tem como agravante de custos os gargalos da infraestrutura, como: restrições à circulação nos centros urbanos, barreiras fiscais, a ineficiência nos terminais dos embarcadores e as questões trabalhistas, que ganharam várias exigências adicionais com a Lei 12.619.
 

Outro fator que impacta nos custos é a situação precária da infraestrutura rodoviária e portuária que as empresas precisam enfrentar, aliada à grande escassez de mão de obra qualificada no setor, especialmente de motoristas. 

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