O setor de transporte e logística, no Brasil e no mundo, foi fortemente abalado pela pandemia do novo coronavírus e teve que passar por inúmeras adaptações nos últimos meses, mas nem todas as transformações podem ser consideradas negativas. Algumas delas vieram para responder às demandas do contexto de crise e garantir a sobrevivência do setor no cenário pós-Covid-19. Divulgada no último dia de julho, a nova edição do informe Transporte em Movimento, da CNT (Confederação Nacional do Transporte), mostra que as mudanças nos padrões de mobilidade urbana, de cadeias de suprimento globais e de consumo digital vêm contribuindo para consolidar um setor mais desenvolvido e com potencial mais colaborativo.
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O informe destaca que o cenário atual chamou atenção para a necessidade de cadeias de suprimento globais mais ágeis, capazes de responder de forma eficiente às rápidas transformações. Nesse sentido, a CNT ressalta a importância da adoção de procedimentos digitalizados nas transações entre empresas e nas documentações exigidas por lei, sem aumento da burocracia.
No âmbito do e-commerce, em função do aumento do número de compras online, as empresas de logística estão operando em ritmo acelerado, comparável ao de períodos como a Black Friday. Nessa linha, para minimizar o impacto do aumento da demanda no tempo de entrega, algumas empresas incrementaram sua quantidade de entregadores e houve uma ampliação da corrida pela chamada last mile – que, em uma cadeia logística, é quando a mercadoria chega ao consumidor final.
Fonte: Agência CNT Transporte Atual

