Em visita a Blumenau, na manhã de terça-feira (21 de novembro), o superintendente substituto do DNIT em Santa Catarina, Ronaldo Carioni Barbosa, participou da reunião do Comitê de Duplicação da BR-470. Na oportunidade, dirigente atualizou o andamento das obras de duplicação da rodovia, em conversa com as para as lideranças empresariais, bem como sobre o recurso de R$ 45 milhões, previsto para o próximo ano.Osmar Ricardo Labes, presidente do SETCESC e coordenador da Intersindical Patronal de Blumenau e Região integrou o grupou e aproveitou para questionar sobre obras de manutenção.
O superintendente reconheceu que problemas financeiros que vêm atrasando a duplicação da rodovia, no trecho entre Navegantes e Indaial. No Lote 1, de Navegantes a Ilhota, por exemplo, apenas 23% está concluído. No Lote 2, de Ilhota a Gaspar, esse percentual dobra: 46%.
— Com os recursos em mãos, nossa expectativa é ter parte da obra pronta no Lote 1, do Porto de Navegantes até a BR-101, em agosto de 2018 — previu.
Demais trechos
Nos lotes 3 e 4 as obras estão paradas, pois são necessários processos de desapropriação dos terrenos. No Lote 3, entre Gaspar e Blumenau, o trecho chegou a ter obras, mas parou com apenas 6% dos trabalhos. A novidade para os dois lotes é o início do mutirão de desapropriação, com recurso de R$ 8 milhões. Ele deve começar em dezembro, segundo o DNIT.
A maior parte dessas desas desapropriações ocorrerão no lote 3. Mas a falta de recursos orçamentários complica a situação. São necessários, no mínimo, R$ 150 milhões para os trabalhos na rodovia, mas o repasse ideal gira em torno de R$ 400 milhões.
O superintendente apelou para que as lideranças empresariais continuem mobilizadas e ampliem a pressão junto ao governo federal, via Ministério dos Transportes ou junto a deputados e senadores de Santa Catarina, para que os recursos sejam assegurados em orçamento.
Foi a mesma resposta dada ao questionamento formulado por Osmar Ricardo Labes, quando indagou sobre obras de manutenção e revitalização nos trechos previstos para duplicação e nos demais ainda não contemplados.
Comunicação do SETCESC

