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Transportadores buscam alternativas para os aumentos consecutivos do diesel

Transportadores buscam alternativas para os aumentos consecutivos do diesel

O ano de 2021 está sendo marcado por consecutivos aumentos nos preços dos combustíveis nas refinarias e consequentemente nos postos de abastecimento. De acordo com dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o diesel superou as máximas históricas ao considerar os valores mensais corrigidos pela inflação e em outubro ultrapassou pela primeira vez o valor de cinco reais, seguido de novo aumento em novembro. Ao todo, segundo o Valor Data, a Petrobras já acumula um crescimento de 65,5% no preço do litro do diesel desde o início do ano.

Com esse encarecimento no penúltimo mês de 2021, o diesel registrou sua sétima alta consecutiva, desde o último período de baixa, apresentado em abril. Para efeitos comparativos, em novembro de 2020, o diesel comum e o S-10 custavam em média R$3,770. Hoje, o preço médio do litro é R$5,617 para o diesel comum e R$5,681 para o S-10.

Os números são impactantes e a falta de um planejamento para que os aumentos sejam freados preocupam a população em geral e principalmente as empresas que possuem frotas, ou utilizam esse serviço para a distribuição de suas mercadorias. O transporte rodoviário de cargas (TRC) é hoje o principal meio de abastecimento do comércio e da indústria brasileiros, sendo responsável por movimentar cerca de 65% de tudo aquilo que é produzido no país e segundo dados técnicos da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&logística), o impacto do diesel no frete é de 17,3%.

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